17 dezembro 2025

O peso de glória do ministério pastoral

 Considere estas pressões envolvidas no pastorado:


1. O pastor envolve-se com o humanamente impossível — lida com o pecado na vida das pessoas.

2. O pastor cumpre um papel que nunca se completa — resolve problemas que vão se multiplicando.

3. O pastor serve sob uma credibilidade cada vez mais questionada aos olhos da sociedade.

4. O pastor permanece a postos 168 horas por semana.

5. Espera-se que o pastor tenha um desempenho excelente em uma ampla gama de habilidades — sendo, a qualquer hora, erudito, visionário, comunicador, administrador, consolador, líder, financista, diplomata, exemplo de perfeição, conselheiro e apaziguador.

6. Espera-se que o pastor produza mensagens fascinantes, que transformem vidas, pelo menos duas vezes por semana, 52 domingos por ano.

7. A brigada de combate do pastor é, em geral, uma força voluntária, não uma ajuda remunerada.

8. O pastor e sua família parecem viver em um aquário que todos podem observar.

9. O pastor muitas vezes é mal remunerado, não muito valorizado, pouco reciclado e sobrecarregado.

10. Como figura pública, o pastor pode receber as mais duras críticas tanto da comunidade como da congregação.


John MacArthur, Jr., Redescobrindo o Ministério Pastoral (Rio de Janeiro, CPAD, 1998), p. 176.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Caro leitor, a sua opinião sobre este post é muito importante. Para boa ordem, os comentários são moderados e somente são publicados os que forem assinados e não forem ofensivos, lembrando que discordar não é ofensa. Por isso, sigo alguns critérios:
(1) Reservo-me no direito de não públicar críticas negativas de "anônimos". Quer criticar e ter a sua opinião publicada, por favor, identifique-se. (2) Se quiser discordar faça-o com educação, e sem uso de palavrão! (3) Ofereça o seu ponto de vista, contudo, não aceitarei que você ensine heresia em seu comentário, e não contribuirei para que ela seja divulgada neste espaço.